10 de março de 2016

O SUCESSOR DE EDUARDO PAES, PRECISA SE COMPROMETER DIRETAMENTE COM A SEGURANÇA DAS PESSOAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO.

Foi lamentável e repugnante o atentado que sofreu a jovem Sabrina Cosme.

Um atentado covarde e cruel contra quem neste dia deveria receber flores e muito carinho.


Ela foi rendida quando saía do quartel da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, na região da Leopoldina, no centro do Rio, na noite de terça-feira (8). Ela foi abordada por dois homens em um carro na avenida Francisco Bicalho.
Sabrina foi levada pelos criminosos para a estrada das Paineiras, na zona sul, onde sofreu uma tentativa de estupro. A jovem conseguiu fugir, mas foi ferida pelos suspeitos com uma faca.
Ela foi socorrida por uma colega de profissão e levada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, zona sul.
De acordo com o pai da vítima, a agente foi operada, está em observação e não corre risco de morrer. O caso está sendo investigado pela delegacia do Leblon (14ª DP). A Polícia Civil busca imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os criminosos.
FONTE:  http://noticias.r7.com

José Luis da Silva Alves, Subinspetor da GM Rio;
Formado em Gestão de Segurança Pública e Empresarial
Pós Graduado em Administração Pública
e é o atual Presidente da Associação dos Subinspetores das GMs RJ.


Digo aqui, que vários episódios ocorridos nas imediações da Av. Francisco Bicalho, Av. Pedro II e arredores da Rodoviária Novo Rio, tem demonstrado que é necessário um reforço ou um planejamento de segurança de proximidade mais eficiente e eficaz. Muitas pessoas transitam nestes locais por dia.
Hoje vemos o crime e os marginais polarizados por todo o Estado e por todas as cidades. Com relação a cidade do Rio de Janeiro, é notório que o efetivo da Polícia Militar, está sobrecarregado com os crimes de maior potencial ofensivo, e com isso as pessoas que transitam na área urbana, ficam a mercê de assaltantes, trombadinhas, maniacos sexuais e tantas outras situações que, poderiam ser evitadas se por exemplo, tivéssemos a presença da Guarda Municipal realizando um patrulhamento preventivo e ostensivo, com foco exclusivo, na SEGURANÇA DE PROXIMIDADE DAS PESSOAS.
Sabrina é Guarda Municipal é foi vítima da violência sistêmica e estrutural. Não foi protegida pelas instituições de segurança e não pode se defender, pois não possui o porte de arma dentro e fora do serviço, como prevê o Estatuto do desarmamento e como também é preconizado na Lei 13022.  
A prefeitura do Rio, tem cases de sucesso em sua administração, mas sua contribuição para melhorar a segurança das pessoas, tem deixado a desejar.