30 de maio de 2015

Piso Nacional das Guardas Municipais é uma realidade??

José Luis da Silva Alves:
É Subinspetor da GM Rio;
Subdiretor de Ensino da Academia de ensino da GM Rio;
Instrutor de Procedimentos Operacionais Padrão;
Pós Graduando em Especialista em Administração Pública;
Pós graduando em Processo Decisório em Políticas Públicas;
Foi Vice Presidente do Conselho Nacional das Guardas
E ocupa hoje o Cargo de Diretor de Articulações Políticas no Conselho Nacional das Guardas. 

Tenho observado um debate a nível nacional nas redes sociais e diversos grupos de zap, sobre os vencimentos base, pagos a Guardas Municipais por este Brasil a fora.

É normal, e temos que entender o desejo de melhoria desses vencimentos, pois afinal de contas, a comida na mesa, o conforto, a educação e a saúde de nossas famílias e fruto destes vencimentos, aos quais temos que administrar para dar conta de toda essa demanda. Mas, não podemos acreditar nas promessas que alguns projetos apresentam  em seu conteúdo tipo: salario a nível nacional, padronização de salario ou piso nacional.

É uma verdadeira covardia!! o que tentam fazer com a necessidade de mais de 100 mil trabalhadores e trabalhadoras deste País. Jamais existira um piso nacional para Guardas Municipais, devido a realidade financeira de cada Município e o efetivo existente em cada Guarda e automaticamente pela autonomia que cada ente tem neste País. Uma Lei federal não pode obrigar um Município a pagar um salário a qualquer Servidor.

Eu e todos os Integrantes de nossa Associação,
defendemos e concordamos que nenhum Guarda Municipal deste País deve ganhar como piso salarial, um valor abaixo de 1,000.00 reais. Pois estamos falando de menos de um salário mínimo e meio, que é um valor baixo, mas entendemos que devemos esclarecer a nação Azul Marinho, para não cair na mão de ilusionistas. Os vencimentos de cada corporação GM, deve ser construído nas câmaras de vereadores em leis municipais, sendo observados os PPAs, as dotações orçamentárias e sendo acrescentado a tudo isso, uma maturidade e habilidade política para negociar, mostrando que cada real investido na Guarda da Cidade representará melhoria na segurança de proximidade, onde o maior beneficiário é o cidadão e onde tem cidadão satisfeito, tem opinião  popular positiva.