15 de junho de 2013

Nossa resposta, representa a realidade vivida pelos Profissionais Guardas Municipais.

Nobre colaborador:Antes de tudo quero agradece-lo...

Nobre colaborador:
Antes de tudo quero agradece-lo por contribuir com sua postagem e dedicar uma parte de seu tempo para estar junto conosco.

Compreendo bem a sua colocação, mas, se observarmos bem , podemos dizer também que o Constituinte não quis atribuir ao Estado a atuação em atividades típicas de Município.
Pois no cenário atual com a expansão das atividades delegadas, e no Rio de Janeiro com o advento do PROEIS, vemos a Polícia Militar realizando atividades típicas do Município. Ou seja o Município repassa ao estado verba para que o Estado realize uma atividade que cabe ao Município realizar.
Não posso deixar de ressaltar aqui, que, não podemos desenvolver o tema Segurança Pública sem citar as três esferas de prevenção do delito:
Primária, Secundária e terciária. Não podemos deixar de citar também que desde a promulgação da ultima Constituição, houveram desdobramentos onde hoje o tema Segurança Pública se faz com interação.
Hoje está mais claro do que nunca que a municipalização da Segurança Pública contribuirá sobre maneira na vida de qualquer cidadão. Em 1988, o numero de Guardas Municipais era bem inferior ao numero existente hoje, inclusive o numero de benefícios promovidos pelas ações destas instituições.
Tudo mudou, nós precisamos mudar e a Constituição precisa de mudança no artigo 144, dando mais poder de atuação as Guardas Municipais deste País.